Dentro de qualquer área, não pode negar que há regras e no futebol, claro, não é diferente. Elas foram criadas há muito tempo e até hoje são implementadas dentro das quatro linhas. Afinal, quem não seguir os ensinamentos, está fora.
No atual futebol de hoje, cada vez mais corrido, com alta marcação e uma intensidade imensa, somente uma equipe bem treinada é capaz de quebrar todas as dificuldades de uma partida e, consequentemente, chegar ao tão sonhado caminho do gol.
Dentro das quatro linhas, está claro que não há fórmula para sucesso, cada caso é um caso. No entanto, ter uma defesa sólida, um meio de campo criativo e um ataque avassalador, é meio caminho andado na busca pelo saldo positivo.
Regras do futebol explicadas de forma simples e objetiva
Começando pelo tempo de cada jogo, foi definido que uma partida de futebol conta com dois tempos de 45 minutos e mais acréscimos. Isso, claro, pode ser ultrapassado em caso de uma prorrogação ou até a tão temida cobrança de pênaltis.
Nisso tudo, uma coisa é certa: em qualquer situação de jogo, quem não tiver mentalmente preparado, dificilmente conseguirá algo positivo. A qualidade, claro, é primordial, mas uma cabeça concentrada pode ajudar bastante na soma positiva.

Além dos dois tempos iguais de 45 minutos, ainda há um 15 minutos entre os tempos. Qualquer tempo perdido com substituições, lesões ou comemorações de gol deve ser compensado nos acréscimos, a critério do árbitro.
O goleiro e a regra de recuo
Dentro das quatro linhas, o goleiro é visto como um símbolo de proteção. Afinal, quase todas as jogadas que seriam até normais em outros atletas, quando chega ao goleiro, é vista de maneira diferente e raramente a falta não é marcada.
O arqueiro é o único jogador que pode tocar intencionalmente na bola com as mãos dentro de sua área penal. Contudo, há uma restrição crucial: a regra do recuo. Quando um jogador da própria equipe passa deliberadamente a bola com os pés para o goleiro, este não pode pegá-la com as mãos.
Ele deve usar os pés ou a cabeça. Se o goleiro violar essa norma básica do futebol, será assinalado um pontapé livre indireto para o time adversário no local da infração.
Infrações e disciplina: Cartões e faltas
Buscando auxiliar a arbitragem em uma partida de futebol, foi implementado há bastante tempo a aplicação de cartões amarelos e vermelhos, que são parte integrante das regras e regulamentos do futebol profissional e amador.
Pontapé livre direto
Pontapé livre indireto
O uso dos cartões
Durante nosso dia, quando estamos na rua e passamos por um semáforo, há algumas luzes em um painel que determinam como você seguirá em diante e dentro do futebol não é diferente, tem os cartões como referências na busca por decisões justas.
O cartão amarelo é um aviso. Um jogador que recebe um segundo cartão amarelo é subsequentemente expulso, recebendo o cartão vermelho. O cartão vermelho é mostrado para infrações graves, sendo as principais:
- Conduta violenta.
- Uso de linguagem ou gestos ofensivos.
- Impedir um gol ou uma chance clara de gol com a mão (exceto o goleiro em sua área).
- Cometer uma falta passível de pontapé livre direto que impeça uma clara oportunidade de gol (o famoso “último homem”).
Como são definidos os laterais, escanteios e tiro de meta
Quando a pelota, conforme chamada muitas vezes a bola, sai completamente em um campo de futebol, o jogo deve ser reiniciado de maneira específica:
A grande paixão pelo futebol

Diante de estas informações levantadas aqui, está claro que sem regras, nada sairá bem defeito. O que acontece no nosso cotidiano diariamente, também é levado para o esporte mais popular do mundo. Para a arbitragem, acaba sendo um facilitador para gerar os atletas dentro de campo.
No entanto, mesmo diante de todo esse cenário, as grandes polêmicas sempre rodeiam o futebol. Afinal, você torcedor, não gostaria de observar seu time tendo um jogador expulso injustamente, uma falta contrária ou até mesmo um pênalti que não foi, todos os lances históricos foram analisados.
Com a implementação do VAR, que chegou até tarde no futebol brasileiro, as polêmicas diminuíram consideravelmente, mas seria uma grande hipocrisia dizer que elas não acontecem, pois acontecem muito e nem só no país verde e amarelo.
Como em toda área, há bons e profissionais que não merecem ocupar grandes responsabilidade e no futebol não é diferente. No Brasil, por exemplo, segue sendo cobrado veementemente a profissionalização da arbitragem, que ajudaria a reduzir ainda mais os questionamentos.
O projeto é bem avaliado, mas continua caminhando bem devagar. Com as redes sociais cada vez mais fortes, há sempre lances questionáveis analisados. A ideia é somar uma profissionalização com a implementação do VAR, gerando uma parceria ainda mais sólida e eficiente.




